NADA MAIS ATUAL - MARX, LENIN, GRAMSCI E A IMPRENSA BURGUESA
Diante do poder alcançado pela mídia hegemônica e das ilusões ainda existentes sobre seu papel, revisitar as idéias de intelectuais marxistas sobre o tema é da maior importância e causam surpresa por sua enorme atualidade. Marx, Lênin e Gramsci, entre outros pensadores revolucionários, sempre destacaram o papel dos meios de comunicação. Exatamente por entenderem a importância da luta de idéias, do fator subjetivo na transformação da sociedade, fizeram questão de desmascarar o que chamavam, sem meias palavras, de “imprensa burguesa” e de realçar a necessidade da construção de veículos alternativos dos trabalhadores.
Estes dois elementos, a denúncia do caráter de classe da imprensa capitalista e a defesa dos instrumentos próprios dos explorados, são as marcas principais destes intelectuais marxistas. Marx, Lênin e Gramsci dedicaram enorme energia ao trabalho jornalístico, escrevendo centenas de artigos e ajudando a construir vários jornais democráticos e proletários. Foram jornalistas de mão-cheia, produzindo textos que entraram para a história. Sempre estiveram sintonizados com o seu tempo, pulsando a evolução da luta de classes; nunca se descuidaram da forma, da linguagem, para melhor difundir os seus conteúdos revolucionários.
Defesa da liberdade de expressão
Vítimas da violenta perseguição das classes dominantes, os revolucionários nunca toleraram a censura dos opressores e foram os maiores defensores da verdadeira liberdade de expressão. A própria ampliação da democracia foi decorrência das lutas dos trabalhadores, já que nunca interessou à reacionária burguesia. Mas os revolucionários nunca confundiram esta exigência democrática com a proclamada “liberdade de imprensa”, tão alardeada pela burguesia que controla os meios de produção e usa todos os recursos, legais e ilegais, ardilosos e cruéis, para castrar a própria democracia e o avanço das lutas emancipadoras.
Numa fase ainda embrionária do movimento operário-socialista, Karl Marx logo se envolveu na atividade jornalística. Após concluir seu doutorado em filosofia, em 1841, ele pretendia seguir a carreira acadêmica e ingressar na Universidade de Bonn, mas a brutal repressão do governo prussiano inviabilizou tal projeto e o jovem filósofo alemão manteve seu sustento através do jornalismo. Em 1842, ingressou na equipe do jornal Gazeta Renana e virou o seu redator-chefe. Sob sua direção, este periódico democrático triplicou o número de assinantes e ganhou prestígio, mas durou poucos meses e foi fechado pela ditadura prussiana.
Sem ilusões na imprensa burguesa
Na seqüência, entre 1848/49, passou a escrever no jornal Nova Gazeta Renana, que se transformou numa trincheira de resistência ao regime autoritário. Em menos de dois anos, Marx escreveu mais de 500 textos e tornou-se um articulista de sucesso. O combate ao código de censura do governo prussiano resultou na proibição do jornal. Marx ainda escreveu para o Die Press e o New York Tribune sobre política, economia e história. “Era um jornalismo que revelava a minuciosa leitura de Marx, seu alto grau de informação não apenas sobre os fatos e conflitos, como também sobre os atores individuais e a própria imprensa”, relata José Onofre, na apresentação do livro recém-lançado “Karl Marx e a liberdade de imprensa”.
Em sua defesa da liberdade de expressão, ele nunca vacilou na denúncia da ditadura burguesa. Para ele, o jornal deveria ser uma arma de combate à opressão e à exploração e não um veículo neutro. “A função da imprensa é ser o cão-de-guarda, o denunciador incansável dos opressores, o olho onipresente e a boca onipresente do espírito do povo que guarda com ciúme sua liberdade”. Em outro texto, afirma: “O dever da imprensa é tomar a palavra em favor dos oprimidos a sua volta. O primeiro dever da imprensa é minar todas as bases do sistema político existente”. Por estas idéias libertárias, ele foi processado e perseguido.
Poder do capital sobre a imprensa
Outro que nunca se iludiu foi Vladimir Lênin. Atuando num período da ascensão revolucionária, ele foi ainda mais duro no combate aos jornais burgueses. Num texto intitulado “a liberdade de imprensa do capitalismo”, ele desnuda esta falácia. “A ‘liberdade de imprensa’ é também uma das principais palavras de ordem da ‘democracia pura’. Os operários sabem e os socialistas de todos os países reconheceram-no milhares de vezes que esta liberdade é um engano enquanto as melhores impressoras e os estoques de papel forem açambarcados pelos capitalistas, e enquanto subsistir o poder do capital sobre a imprensa”.
“Com vista a conquistar a igualdade efetiva e a verdadeira democracia para os trabalhadores, é preciso começar por privar o capital da possibilidade de alugar escritores, de comprar editoriais e de subornar jornais, mas para isso é necessário destruir o jugo do capital... Os capitalistas chamam sempre ‘liberdade’ à liberdade para os ricos de manterem seus lucros e liberdade para os operários de morrerem à fome. Os capitalistas denominam de liberdade de imprensa a liberdade de suborno da imprensa pelos ricos, a liberdade de usar a riqueza para forjar e falsear a chamada opinião pública”. Nada mais atual!
Numa outra fase histórica, em que o setor da comunicação ainda não era um poderoso ramo da economia, Lênin chegou a se contrapor à participação dos comunistas na imprensa burguesa. “Poder-se-á admitir que colaborem nos jornais burgueses? Não. A semelhante colaboração se opõe tanto as razões teóricas como a linha política e a prática da social-democracia... Dir-nos-ão que não há regra sem exceção. O que é indiscutível. Não se pode condenar o camarada que, vivendo no exílio, escreve num jornal qualquer. É por vezes difícil criticar um social-democrata que, para ganhar a vida, colabora numa seção secundária de um jornal burguês”. Mas, para ele, tais casos deveriam ser encarados como exceção e com princípios.
“Boicote, boicote, boicote”
Para encerrar este bloco, que evidencia que os marxistas nunca nutriram ilusões sobre o caráter de classe da imprensa burguesa e nem se embasbacaram com o seu poder de sedução, vale reproduzir uma longa citação de Antonio Gramsci, o revolucionário italiano de padeceu onze anos nos cárceres. No texto “Os jornais e os operários”, escrito em 1916, ele faz uma conclamação aos trabalhadores que bem poderia servir para uma campanha contra a revista Veja e outros veículos da mídia brasileira na atualidade:
Para ele, a assinatura de jornal burguês “é uma escolha cheia de insídias e de perigos que deveria ser feita com consciência, com critério e depois de amadurecida reflexão. Antes de mais, o operário deve negar decididamente qualquer solidariedade com o jornal burguês. Deveria recordar-se sempre, sempre, sempre, que o jornal burguês (qualquer que seja sua cor) é um instrumento de luta movido por idéias e interesses que estão em contraste com os seus. Tudo o que se publica é constantemente influenciado por uma idéia: servir à classe dominante, o que se traduz sem dúvida num fato: combater a classe trabalhadora. E, de fato, da primeira à última linha, o jornal burguês sente e revela esta preocupação”.
“Todos os dias, pois, sucede a este mesmo operário a possibilidade de poder constatar pessoalmente que os jornais burgueses apresentam os fatos, mesmo os mais simples, de modo a favorecer a classe burguesa e a política burguesa em prejuízo da política e da classe operária. Rebenta uma greve! Para o jornal burguês os operários nunca têm razão. Há uma manifestação! Os manifestantes, apenas porque são operários, são sempre tumultuosos e malfeitores. E não falemos daqueles casos em que o jornal burguês ou cala, ou deturpa, ou falsifica para enganar, iludir e manter na ignorância o público trabalhador. Apesar disso, a aquiescência culposa do operário em relação ao jornal burguês é sem limites”.
“É preciso reagir contra ela e despertar o operário para a exata avaliação da realidade. É preciso dizer e repetir que a moeda atirada distraidamente é um projétil oferecido ao jornal burguês que o lançará depois, no momento oportuno, contra a massa operária. Se os operários se persuadirem desta elementar verdade, aprenderiam a boicotar a imprensa burguesa, em bloco e com a mesma disciplina com que a burguesia boicota os jornais operários, isto é, a imprensa socialista. Não contribuam com dinheiro para a imprensa burguesa que vos é adversária: eis qual deve ser o nosso grito de guerra neste momento, caracterizado pela campanha de assinatura de todos os jornais burgueses: Boicotem, boicotem, boicotem!”.
Construtores da Imprensa Revolucionária
Exatamente por não nutrirem ilusões na imprensa burguesa, Marx, Lênin e Gramsci sempre investiram na construção de instrumentos próprios das forças contrárias à lógica do capital. Segundo o biógrafo David Riazanov, “a Nova Gazeta Renana tratava de todas as questões importantes, de sorte que o jornal pode ser considerado um modelo de periódico revolucionário. Nenhum outro periódico russo nem europeu chegou à altura da Nova Gazeta... Seus artigos não perderam nada de sua atualidade, de seu ardor revolucionário, de sua agudeza na análise dos acontecimentos. Ao lê-los, sobretudo os de Marx, acreditamos assistir à história da revolução alemã e da revolução francesa, tão vivo é o estilo, como profundo é o sentido”.
Já Lênin, que viveu numa fase de efervescência revolucionária, dedicou boa parte das suas energias para construção de jornais socialistas – dos mais diferentes tipos, sempre sintonizados com a evolução da luta de classes. Iskra, Vperiod, Pravda, Proletari, Rabotchaia Pravda, Nievskaia Svesdá, entre outros jornais organizados e dirigidos por ele, servirão para agregar as forças de esquerda, fazer agitação nas fábricas, aprofundar os debates ideológicos e construir o partido. Na sua mais célebre definição, Lênin sintetizou:
“O jornal não é apenas um propagandista coletivo e um agitador coletivo. Ele é, também, um organizador coletivo. Neste último sentido, ele pode ser comparado com os andaimes que são levantados ao redor de um edifício em construção, que assinala os contornos, facilitam as relações entre os diferentes pedreiros, ajudam-lhes a distribuírem tarefas e a observar os resultados gerais alcançados pelo trabalho organizado”. A reacionária burguesia russa logo entendeu o perigo representado por estes jornais, tanto que os reprimiu ferozmente. No caso do Pravda, de um total de 270 edições, 110 foram objeto de ações judiciais e os seus redatores foram condenados a um total de 472 anos de prisão. Mas isto não abrandou o seu vigor!
Atualidade das noções marxistas
No caso de Gramsci, o longo período de cárcere dificultou a sua atividade jornalística e castrou seu desejo de organizar a imprensa operária. Antes da prisão, ele editou vários jornais de fábrica e empenhou-se na difusão do Ordine Nuovo. Na sua rica elaboração sobre o papel dos intelectuais e a luta pela hegemonia, ele chega a afirmar que, em momentos de crise, o jornal pode funcionar como partido político, ajudando a desnudar a ideologia dominante e a construir a ação contra-hegemônica do proletariado. Para ele, o momento da desconstrução do velho é, ao mesmo tempo, o da construção do novo.
As contribuições de Gramsci servem para desmistificar o papel da mídia hoje, mantendo impressionante atualidade. Para ele, a imprensa burguesa é um “aparelho privado de hegemonia”, capaz de disputar os rumos da sociedade por meio de uma verdadeira guerra de posições em todas as “trincheiras ideológicas”. Através da imprensa privada e mercantil, que objetiva o lucro e que faz da notícia uma mera mercadoria, a burguesia tenta se aparentar como representante da esfera pública. Além disso, em momentos de crise da ideologia dominante e de fratura dos partidos burgueses, a imprensa se apresenta como “o partido do capital”, que organiza e amalgama os interesses das várias frações de classe da burguesia.
Nota:
Exposição apresentada durante o 12º Curso Anual do Núcleo Piratininga de Comunicação (CNC), em 02 de dezembro, no Rio de Janeiro.
Por Altamiro Borges, jornalista, Secretário de Comunicação do Comitê Central do PCdoB, editor da revista Debate Sindical e autor do livro "As encruzilhadas do sindicalismo" (Editora Anita Garibaldi, 2ª edição)
Este diário eletrônico focaliza as manifestações e as notícias chegadas e pouco ou nada vistas em alguns ditadores veículos de opinião publicada - movidos pelos mesmos interesses inconfessáveis de quem no passado julgou, condenou e crucificou Jesus Cristo, primeiro o perseguido político conhecido.
NESTA ENCRUZILHADA DA HUMANIDADE A HISTÓRIA ACONSELHA A PEGAR A VIA DA ESQUERDA
- NA REALIDADE -
As grandes corporações midiáticas não são independentes: operam politicamente a serviço dos interesses dos grandes grupos econômicos que os controlam. Não há liberdade de expressão da sociedade, mas liberdade de manipulação para os proprietários dos meios, que atuam em razão dos interesses das corporações que os dirigem.
A possibilidade de nos podermos expressar publicamente, é apenas de alguns, quase sempre profissionais da política e do jornalismo. A maioria dos cidadãos vêem-se reduzidos ao papel de leitores, radiouvintes e telespectadores. Apenas alguns têm a oportunidade de expor as suas opiniões por escrito. Ainda que os jornais reservem um espaço próprio para os leitores, na secção Cartas do Diretor, por exemplo. Mas até mesmo esta ínfima possibilidade de nos fazermos ouvir, depende da decisão do jornal e não do autor da carta. Por Magnólia, lobotomia midiatica blogspot.
32 |News Front|Diabinhos|Anjinhos|Dir.Resposta|:
É verdade, o acordo aconteceu na sede do PDT em São Paulo, só não era para ser vazado ainda.
Isto é brincadeira soldado.
Quem foi o fdp que contou isto?
Boa notícia, Ciro Gomes é muito benvindo aqui em São Paulo.
Soldado em São Paulo só Ciro Salva.
No Fórum Econômico Brasil/Italia o governador de São Paulo José Serra revelou que tem parentesco na região italiana da calabria, berço da máfia italiana.
Revelou também que tem dupla nacionalidade italiana e brasileira, ou seja, qualquer coisa que descubram contra ele aqui no Brasil poderá viajar para a Italia e assim não seria deportado para responder por seus desvios.
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Acho que Ciro pode ter boa aceitação em SP. O PT já sabe que existe uma dificuldade em seus quadros para lançar um candidato. Além disso, o Ciro tem bons apoiadores no PT. O Serra odeia o Ciro, e isso pode ser bastante motivador para o próprio Ciro. O Ciro pode aglutinar votos para Dilma, além de aglutinar várias legendas como você já disse. Acho que a candidatura de Serra à presidência deve naufragar logo, logo. O pior para o Serra não vai ser a ausência de sua candidatura para presidente, mas sim, perder para Ciro como candidato à governador. E como fica o Aécio nessa? O Serra vai fazer campanha para ele? Duvido.
Ciro tem meu apoio, da que SC tenho muitos amigos em SP e via web farei a campanha
A união faz a força. Ciro é bom candidato.
Muito certo negociar e fechar o planejamento das próximas eleições o quanto antes.
Vamos deixar os tucanos brigar a vontade, que cheguem ao início da campanha bem "rachados".
A chuva com muitas descargas elétricas (raios) na região centro-oeste deve ter sido a causa da falta de energia, mas a Globo não perdeu a oportunidade de dizer que a culpa é do governo.
Pela manhã só falavam no "APAGÃO" de ontem a noite, entrevistaram um pau mandado que disse que o governo não vai falar a verdade porque ano que vem é ano eleitoral.
Quando falam na rara falta de luz de ontem seus olhos chegavam a brilhar, mostraram as notinhas no jornais pelo mundo e dizeram que isto é muito ruim para o Brasil e que "não pode continuar".
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Na cerimônia de batismo de um navio em Niterói Dilma diz que "Tudo o que a oposição não quer é que nós comparemos o governo do presidente Lula com o governo anterior, porque o governo anterior perde de 400 a zero. Na crise, eles aumentavam tributo, juros, reduziam investimento e deprimiam o Brasil. Nós diminuímos juros, tributos e aumentamos investimentos".
"Eu entendo perfeitamente o nervosismo da oposição... Agora pegamos o gosto da comparação. Tudo o que nós queremos é comparar. O nosso povo sabe comparar na própria carne, no testemunho da sua vida cotidiana." disse sobre o desespero da oposição.
Quanto ao atual progresso do Brasil disse "Juntos vamos mudar a trajetória do nosso País. O presidente Lula já começou a mudar. Para nós, a continuidade do governo do presidente Lula significa avançar cada vez mais", disse. "O pré-sal abre uma perspectiva muito grande para o Brasil e vai gerar milhões de empregos".
Hipocrisia e disfarçatez não têm limites mesmo, Arthur Virgílio, líder do PSDB - partido que deu inicio aos apagões, vai apresentar um requerimento pedindo a presença dos ministros de Minas e Energia, Edison Lobão, e da Casa Civil, Dilma Rousseff, ex-ministra das Minas e Energia, para falar sobre o "apagão" que atingiu o centro-sul do Brasil.
Dilma deverá fazer questão de ir, assim além de aproveitar o palco montado pelos tucanos, poderá mostrar o que foi feito pelo governo Lula e ainda perguntar aos tucanos aonde foram aplicados os milhões que teriam sido "investidos" no setor eletrico na "gestão" deles.
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Pesquisa da Vox Populi aponta que infelizmente o governador de São Paulo ainda lidera as pretensões de voto para as eleições presidenciais de 2010 com 36%.
Porém, a boa notícia é que Dilma vem gradativamente crescendo e passou de 15% para 19%, já Serra tinha 40% e agora 36%.
A margem de erro seria de 2,4 pontos percentuais.
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Soldado o pau-mandado que disse que o governo não vai disser a verdade porque ano que vem é ano eleitoral é um puxa saco golpista chamado Adriano Pires.
E FHC não vai falar nada deste "apagão"?
Soldado o Globo Esporte hoje fez uma reporcagem sobre o esporte nas bases militares e o que mais se ouvia, adivinhe, era direita volver.
Soldado quando Dilma foi ministra das Minas e Energia não teve apagão, o mesmo não podemos dizer de Goias do tucano Marconi Perillo que quebrou a CELG, aqui é apagão todo dia.
Soldado parece que voce tinha razão o blecaute atingiu a transmissão por causa da concentração e do volume de raios muito grande ontem.
Em coletiva na recepção ao presidente de Israel Shimom Perez Lula foi perguntado pela jornalista da Globo sobre o "apagão" de ontem.
Sobre uma possível volta dos apagão da era perdida de FHC Lula corrigiu a jornalista dizendo que "Não houve falta de energia como antes era normal, houve apenas queda na transmissão de energia, coisa bem diferente."
"Em 2001 tinhamos problema de falta de energia, em 7 anos fizemos 30% do que não foi feito em 123 anos", continuou o presidente.
Como se vê a Globo não esta interessada nos esforços de paz no oriente médio, esta interessada é em tentar criar constrangimento internacional a Lula.
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Depois de pedir a Lula que leve luz ao oriente médio, reconhecendo a importância mundial de Lula, Shimon Peres afirmou que país hoje é o "líder do futuro" no atual cenário internacional.
"O Brasil do presente é o líder do futuro porque trabalha com o bem da justiça e o bem da paz. Fico grato em saber que o país tem uma postura contra o terror. O terror nada resolve. Os que praticam esses atos não têm qualquer futuro", disse Peres, durante cerimônia no Palácio do Itamaraty.
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Marco Aurélio Garcia assessor especial para Assuntos Internacionais e coordenador do programa eleitoral do PT para 2010 tem a mesma opinião dos blogueiros de esquerda, de que se oposição tentar explorar a ocasional falta de luz ontem vão acabar por estender armadilhas contra eles.
"Eu não quero outra coisa se não que eles (oposição) entrem na discussão sobre o tema energético. É exatamente o que eu quero. Porque nosso telhado é muito forte e o deles não é mais de vidro porque já quebrou", disse.
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O ocorrido com a estudante Geisy Arruda tornou-se o estopim de uma revolução sexual na sociedade estudantil brasileira.
Aproximadamente de 250 estudantes foram à reitoria da universidade de Brasília (UNB) nus ou com pouca roupa, em protesto à atitude considerada como "machista" dos estudantes da Uniban de São Bernardo do Campo (SP).
Os manifestantes também entregaram reitor José Geraldo de Sousa Júnior um documento com reivindicações de políticas institucionais para a segurança da mulher na instituição.
Estaria sendo marcado ainda diversos "protestos" deste tipo nas universidades públicas e privadas brasileiras.
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Apesar da insegurança que um governo tucano transmite ao empresariado, em São Paulo a confiança no governo federal é maior.
Assim a indústria do estado de São Paulo fechou o mês de outubro com um saldo positivo de 9 mil empregos, de acordo com dados divulgados hoje (11) pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
Os setores que mais contrataram em outubro foram os de veículos automotores (1.763 vagas), produtos têxteis (1.504) e preparação de couros (1.262).
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O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, nega que esteja convocando o país para uma guerra contra a Colômbia, num momento de crescente tensão entre os dois países por causa do recente acordo militar entre Bogotá e Washington.
"Agora estão me acusando, mas por todos os lados, de que estou chamando à guerra (...) O que chamei foi ao meu povo e aos meus soldados para que nos preparemos para defender este país da ameaça que significam sete bases militares (dos EUA) aqui mesmo na Colômbia", disse Chávez na terça-feira, num ato público na qual acusou a Colômbia de cinismo
"Todas essas acusações de 'guerreirista' que agora estão me fazendo nas últimas 48 horas, que Chávez chama à guerra, que Chávez está tocando os tambores da guerra, não (são verdade)", acrescentou.
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Um "curto circuito" no estado des-governado pelo tucano José Serra, adversário político da ex-ministra das Minas e Energia Dilma Rousseff, foi o que provocou o "apagão" confirma companhia paraguaia.
O chefe da divisão de operações do sistema elétrico do Paraguai, na Administradora Nacional de Eletricidade (Ande, equivalente à Eletrobrás), engenheiro Luis Alberto Villordo, disse que um suspeito “curto circuito” no estado de São Paulo foi o que desencadeou a falta de energia no Brasil e no país vizinho ontem.
Considerando a proximidade de um ano eleitoral, Villordo não descarta a possibilidade de sabotagem.
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O presidente Lula estará em Paris na próxima sexta-feira (13) para uma reunião com o presidente francês no sábado (14) acertando detalhes para Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, em dezembro, em Copenhague.
Lula e Sarkozy conversaram hoje por telefone e decidiram tratar do assunto pessoalmente. Além da negociação sobre um novo acordo climático global - que anda travada por falta de consenso entre países ricos e em desenvolvimento - os presidentes deverão discutir a reunião de países amazônicos sobre as mudanças climáticas.
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No governo Lula não bastasse a censura imposta ao jornal O Estado de São Paulo, a 10ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio proibiu a RedeTV! de fazer menção ao nome de Sasha Meneghel, filha de Xuxa, em seus programas.
Certamente a pedidos ou com a anuência da mão Xuxa Meneguel, a ação foi movida depois que a atriz mirim, de 11 anos, se tornou alvo das sátiras dos humoristas do Pânico na TV.
O motivo da brincadeira teria sido o fato da aborrecente Sasha, pela sua falta de alfabetização, ter escrito a palavra cena com "s" no seu microblog Twitter.
Acredita-se que se a brincadeira tivesse partido da Globo medidas judiciais teriam sido tomadas do mesmo modo.
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Sem perdir para o povo rezar como fez quando São Paulo estava inundada por ter poucos bueiros ou estarem entupidos, e como se não tivesse participado do governo que menos investiu em energia eletrica no Brasil, José Serra cobrou mais investimentos do governo federal no sistema elétrico.
Segundo ele, a aplicação de recursos e a manutenção do sistema estão aquém do necessário tanto na quantidade quanto na qualidade, só descobrindo isto agora.
“Como nós já dissemos no passado ao Ministério de Minas e Energia, é preciso que o governo federal invista mais nesta área”, disse o des-governador tucano.
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Confirmada a sabotagem no sistema eletrico brasileiro, o senador José Agripino (DEM-RN) atribuiu a ex-ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff.
Segundo disfarçou um dos interessados no "apagão" o problema foi provocado por falhas no marco regulatório do setor elétrico, elaborado à época em que a atual chefe da Casa Civil da Presidência da República ocupou o ministério (2003-2005), que beneficiaria a geração de energia velha, produzida pelas estatais do setor elétrico, em detrimento da geração de energia nova pelo setor privado, que seria vital para garantir o crescimento do país.
Especilista em atacar o governo concluiu que "mesmo com o nível das barragens alto não houve carga suficiente para atender a demanda, o que acabou provocando o 'apagão' que provocou um desmoronamento de cartas, desligando a energia do Sul e do Sudeste todo."
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Contrariado por perder o título de brasileiro mais conhecido no mundo e tendo participado do governo Fh Pelé, em Torreón, norte do México, em público desdenhou de Lula e disse que "o presidente Lula teve a "inteligência" de seguir a política econômica de FHC, o que permitiu ao Brasil enfrentar a crise mundial de modo melhor que outros países, disse o ex-Rei Pelé.
"Os brasileiros não têm apenas a inteligência do presidente Lula, mas também a base do "trabalho" de FHC" e continuou defendendo Fh "O que o presidente Lula fez de mais inteligente foi seguir o trabalho de Fernando Henrique".
Por fim Pelé admitiu não ser um estudioso da política, garantiu que graças a este trabalho de FHC, "o Brasil teve a sorte de não enfrentar tantos problemas econômicos como os países do primeiro mundo".
Mas quanto ao ex-Rei Pelé, o que deveria fazer de mais inteligente é não se meter em política e ficar calado.
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Soldado, Pelé é tão burro que foi dos poucos que saiu do governo que mais roubou acusado de ter roubado.
Nesta quinta-feira Lula e Dilma anunciarão o menor desmatamento da Amazônia da história recente do Brasil.
O dados são comprovados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) através do sistema Prodes de monitoramento por satélite.
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