NADA MAIS ATUAL - MARX, LENIN, GRAMSCI E A IMPRENSA BURGUESA
Diante do poder alcançado pela mídia hegemônica e das ilusões ainda existentes sobre seu papel, revisitar as idéias de intelectuais marxistas sobre o tema é da maior importância e causam surpresa por sua enorme atualidade. Marx, Lênin e Gramsci, entre outros pensadores revolucionários, sempre destacaram o papel dos meios de comunicação. Exatamente por entenderem a importância da luta de idéias, do fator subjetivo na transformação da sociedade, fizeram questão de desmascarar o que chamavam, sem meias palavras, de “imprensa burguesa” e de realçar a necessidade da construção de veículos alternativos dos trabalhadores.
Estes dois elementos, a denúncia do caráter de classe da imprensa capitalista e a defesa dos instrumentos próprios dos explorados, são as marcas principais destes intelectuais marxistas. Marx, Lênin e Gramsci dedicaram enorme energia ao trabalho jornalístico, escrevendo centenas de artigos e ajudando a construir vários jornais democráticos e proletários. Foram jornalistas de mão-cheia, produzindo textos que entraram para a história. Sempre estiveram sintonizados com o seu tempo, pulsando a evolução da luta de classes; nunca se descuidaram da forma, da linguagem, para melhor difundir os seus conteúdos revolucionários.
Defesa da liberdade de expressão
Vítimas da violenta perseguição das classes dominantes, os revolucionários nunca toleraram a censura dos opressores e foram os maiores defensores da verdadeira liberdade de expressão. A própria ampliação da democracia foi decorrência das lutas dos trabalhadores, já que nunca interessou à reacionária burguesia. Mas os revolucionários nunca confundiram esta exigência democrática com a proclamada “liberdade de imprensa”, tão alardeada pela burguesia que controla os meios de produção e usa todos os recursos, legais e ilegais, ardilosos e cruéis, para castrar a própria democracia e o avanço das lutas emancipadoras.
Numa fase ainda embrionária do movimento operário-socialista, Karl Marx logo se envolveu na atividade jornalística. Após concluir seu doutorado em filosofia, em 1841, ele pretendia seguir a carreira acadêmica e ingressar na Universidade de Bonn, mas a brutal repressão do governo prussiano inviabilizou tal projeto e o jovem filósofo alemão manteve seu sustento através do jornalismo. Em 1842, ingressou na equipe do jornal Gazeta Renana e virou o seu redator-chefe. Sob sua direção, este periódico democrático triplicou o número de assinantes e ganhou prestígio, mas durou poucos meses e foi fechado pela ditadura prussiana.
Sem ilusões na imprensa burguesa
Na seqüência, entre 1848/49, passou a escrever no jornal Nova Gazeta Renana, que se transformou numa trincheira de resistência ao regime autoritário. Em menos de dois anos, Marx escreveu mais de 500 textos e tornou-se um articulista de sucesso. O combate ao código de censura do governo prussiano resultou na proibição do jornal. Marx ainda escreveu para o Die Press e o New York Tribune sobre política, economia e história. “Era um jornalismo que revelava a minuciosa leitura de Marx, seu alto grau de informação não apenas sobre os fatos e conflitos, como também sobre os atores individuais e a própria imprensa”, relata José Onofre, na apresentação do livro recém-lançado “Karl Marx e a liberdade de imprensa”.
Em sua defesa da liberdade de expressão, ele nunca vacilou na denúncia da ditadura burguesa. Para ele, o jornal deveria ser uma arma de combate à opressão e à exploração e não um veículo neutro. “A função da imprensa é ser o cão-de-guarda, o denunciador incansável dos opressores, o olho onipresente e a boca onipresente do espírito do povo que guarda com ciúme sua liberdade”. Em outro texto, afirma: “O dever da imprensa é tomar a palavra em favor dos oprimidos a sua volta. O primeiro dever da imprensa é minar todas as bases do sistema político existente”. Por estas idéias libertárias, ele foi processado e perseguido.
Poder do capital sobre a imprensa
Outro que nunca se iludiu foi Vladimir Lênin. Atuando num período da ascensão revolucionária, ele foi ainda mais duro no combate aos jornais burgueses. Num texto intitulado “a liberdade de imprensa do capitalismo”, ele desnuda esta falácia. “A ‘liberdade de imprensa’ é também uma das principais palavras de ordem da ‘democracia pura’. Os operários sabem e os socialistas de todos os países reconheceram-no milhares de vezes que esta liberdade é um engano enquanto as melhores impressoras e os estoques de papel forem açambarcados pelos capitalistas, e enquanto subsistir o poder do capital sobre a imprensa”.
“Com vista a conquistar a igualdade efetiva e a verdadeira democracia para os trabalhadores, é preciso começar por privar o capital da possibilidade de alugar escritores, de comprar editoriais e de subornar jornais, mas para isso é necessário destruir o jugo do capital... Os capitalistas chamam sempre ‘liberdade’ à liberdade para os ricos de manterem seus lucros e liberdade para os operários de morrerem à fome. Os capitalistas denominam de liberdade de imprensa a liberdade de suborno da imprensa pelos ricos, a liberdade de usar a riqueza para forjar e falsear a chamada opinião pública”. Nada mais atual!
Numa outra fase histórica, em que o setor da comunicação ainda não era um poderoso ramo da economia, Lênin chegou a se contrapor à participação dos comunistas na imprensa burguesa. “Poder-se-á admitir que colaborem nos jornais burgueses? Não. A semelhante colaboração se opõe tanto as razões teóricas como a linha política e a prática da social-democracia... Dir-nos-ão que não há regra sem exceção. O que é indiscutível. Não se pode condenar o camarada que, vivendo no exílio, escreve num jornal qualquer. É por vezes difícil criticar um social-democrata que, para ganhar a vida, colabora numa seção secundária de um jornal burguês”. Mas, para ele, tais casos deveriam ser encarados como exceção e com princípios.
“Boicote, boicote, boicote”
Para encerrar este bloco, que evidencia que os marxistas nunca nutriram ilusões sobre o caráter de classe da imprensa burguesa e nem se embasbacaram com o seu poder de sedução, vale reproduzir uma longa citação de Antonio Gramsci, o revolucionário italiano de padeceu onze anos nos cárceres. No texto “Os jornais e os operários”, escrito em 1916, ele faz uma conclamação aos trabalhadores que bem poderia servir para uma campanha contra a revista Veja e outros veículos da mídia brasileira na atualidade:
Para ele, a assinatura de jornal burguês “é uma escolha cheia de insídias e de perigos que deveria ser feita com consciência, com critério e depois de amadurecida reflexão. Antes de mais, o operário deve negar decididamente qualquer solidariedade com o jornal burguês. Deveria recordar-se sempre, sempre, sempre, que o jornal burguês (qualquer que seja sua cor) é um instrumento de luta movido por idéias e interesses que estão em contraste com os seus. Tudo o que se publica é constantemente influenciado por uma idéia: servir à classe dominante, o que se traduz sem dúvida num fato: combater a classe trabalhadora. E, de fato, da primeira à última linha, o jornal burguês sente e revela esta preocupação”.
“Todos os dias, pois, sucede a este mesmo operário a possibilidade de poder constatar pessoalmente que os jornais burgueses apresentam os fatos, mesmo os mais simples, de modo a favorecer a classe burguesa e a política burguesa em prejuízo da política e da classe operária. Rebenta uma greve! Para o jornal burguês os operários nunca têm razão. Há uma manifestação! Os manifestantes, apenas porque são operários, são sempre tumultuosos e malfeitores. E não falemos daqueles casos em que o jornal burguês ou cala, ou deturpa, ou falsifica para enganar, iludir e manter na ignorância o público trabalhador. Apesar disso, a aquiescência culposa do operário em relação ao jornal burguês é sem limites”.
“É preciso reagir contra ela e despertar o operário para a exata avaliação da realidade. É preciso dizer e repetir que a moeda atirada distraidamente é um projétil oferecido ao jornal burguês que o lançará depois, no momento oportuno, contra a massa operária. Se os operários se persuadirem desta elementar verdade, aprenderiam a boicotar a imprensa burguesa, em bloco e com a mesma disciplina com que a burguesia boicota os jornais operários, isto é, a imprensa socialista. Não contribuam com dinheiro para a imprensa burguesa que vos é adversária: eis qual deve ser o nosso grito de guerra neste momento, caracterizado pela campanha de assinatura de todos os jornais burgueses: Boicotem, boicotem, boicotem!”.
Construtores da Imprensa Revolucionária
Exatamente por não nutrirem ilusões na imprensa burguesa, Marx, Lênin e Gramsci sempre investiram na construção de instrumentos próprios das forças contrárias à lógica do capital. Segundo o biógrafo David Riazanov, “a Nova Gazeta Renana tratava de todas as questões importantes, de sorte que o jornal pode ser considerado um modelo de periódico revolucionário. Nenhum outro periódico russo nem europeu chegou à altura da Nova Gazeta... Seus artigos não perderam nada de sua atualidade, de seu ardor revolucionário, de sua agudeza na análise dos acontecimentos. Ao lê-los, sobretudo os de Marx, acreditamos assistir à história da revolução alemã e da revolução francesa, tão vivo é o estilo, como profundo é o sentido”.
Já Lênin, que viveu numa fase de efervescência revolucionária, dedicou boa parte das suas energias para construção de jornais socialistas – dos mais diferentes tipos, sempre sintonizados com a evolução da luta de classes. Iskra, Vperiod, Pravda, Proletari, Rabotchaia Pravda, Nievskaia Svesdá, entre outros jornais organizados e dirigidos por ele, servirão para agregar as forças de esquerda, fazer agitação nas fábricas, aprofundar os debates ideológicos e construir o partido. Na sua mais célebre definição, Lênin sintetizou:
“O jornal não é apenas um propagandista coletivo e um agitador coletivo. Ele é, também, um organizador coletivo. Neste último sentido, ele pode ser comparado com os andaimes que são levantados ao redor de um edifício em construção, que assinala os contornos, facilitam as relações entre os diferentes pedreiros, ajudam-lhes a distribuírem tarefas e a observar os resultados gerais alcançados pelo trabalho organizado”. A reacionária burguesia russa logo entendeu o perigo representado por estes jornais, tanto que os reprimiu ferozmente. No caso do Pravda, de um total de 270 edições, 110 foram objeto de ações judiciais e os seus redatores foram condenados a um total de 472 anos de prisão. Mas isto não abrandou o seu vigor!
Atualidade das noções marxistas
No caso de Gramsci, o longo período de cárcere dificultou a sua atividade jornalística e castrou seu desejo de organizar a imprensa operária. Antes da prisão, ele editou vários jornais de fábrica e empenhou-se na difusão do Ordine Nuovo. Na sua rica elaboração sobre o papel dos intelectuais e a luta pela hegemonia, ele chega a afirmar que, em momentos de crise, o jornal pode funcionar como partido político, ajudando a desnudar a ideologia dominante e a construir a ação contra-hegemônica do proletariado. Para ele, o momento da desconstrução do velho é, ao mesmo tempo, o da construção do novo.
As contribuições de Gramsci servem para desmistificar o papel da mídia hoje, mantendo impressionante atualidade. Para ele, a imprensa burguesa é um “aparelho privado de hegemonia”, capaz de disputar os rumos da sociedade por meio de uma verdadeira guerra de posições em todas as “trincheiras ideológicas”. Através da imprensa privada e mercantil, que objetiva o lucro e que faz da notícia uma mera mercadoria, a burguesia tenta se aparentar como representante da esfera pública. Além disso, em momentos de crise da ideologia dominante e de fratura dos partidos burgueses, a imprensa se apresenta como “o partido do capital”, que organiza e amalgama os interesses das várias frações de classe da burguesia.
Nota:
Exposição apresentada durante o 12º Curso Anual do Núcleo Piratininga de Comunicação (CNC), em 02 de dezembro, no Rio de Janeiro.
Por Altamiro Borges, jornalista, Secretário de Comunicação do Comitê Central do PCdoB, editor da revista Debate Sindical e autor do livro "As encruzilhadas do sindicalismo" (Editora Anita Garibaldi, 2ª edição)
Este diário eletrônico focaliza as manifestações e as notícias chegadas e pouco ou nada vistas em alguns ditadores veículos de opinião publicada - movidos pelos mesmos interesses inconfessáveis de quem no passado julgou, condenou e crucificou Jesus Cristo, primeiro o perseguido político conhecido.
NESTA ENCRUZILHADA DA HUMANIDADE A HISTÓRIA ACONSELHA A PEGAR A VIA DA ESQUERDA
- NA REALIDADE -
As grandes corporações midiáticas não são independentes: operam politicamente a serviço dos interesses dos grandes grupos econômicos que os controlam. Não há liberdade de expressão da sociedade, mas liberdade de manipulação para os proprietários dos meios, que atuam em razão dos interesses das corporações que os dirigem.
A possibilidade de nos podermos expressar publicamente, é apenas de alguns, quase sempre profissionais da política e do jornalismo. A maioria dos cidadãos vêem-se reduzidos ao papel de leitores, radiouvintes e telespectadores. Apenas alguns têm a oportunidade de expor as suas opiniões por escrito. Ainda que os jornais reservem um espaço próprio para os leitores, na secção Cartas do Diretor, por exemplo. Mas até mesmo esta ínfima possibilidade de nos fazermos ouvir, depende da decisão do jornal e não do autor da carta. Por Magnólia, lobotomia midiatica blogspot.
31 |News Front|Diabinhos|Anjinhos|Dir.Resposta|:
Soldado é VERDADE.
Já entramos na 'NOVA ERA' que terá o seu ponto culminante em 2012.
Para um observador atento, já se percebe o prelúdio de mudanças.
Um grande cataclismo virá para despertar toda a HUMANIDADE para as REFORMAS e TRANSFORMAÇÕES.
É o fechamento do ciclo dos 6.000 anos, no mais é aguardar, o que não pode ser REVELADO.
Entre profecias e previsões os bons tempos parecem estar chegando. E o Brasil aponta como cabeça das mudanças que o mundo clama e merece.
O comando da Nação do Futuro estar agora na mão de um homem simples e oriundo da caatinga pode não ser uma simple coincidência...
Tem coisa q a gente nao tem como explicar...existiria uma data para o fim da batalha Deus versus Satâ? Uma data para uma Batalha Final?
Recebo que a sincroniscidade das coisas esta cada vez maior hoje em dia, e com este negócio de "frequência" 12/60, frequencia cosmica 13/20, xiii..pirei. As vezes passo os olhos nesses números, fico pensativo. Desconfiava q havia algo por trás, mas sem saber exatamente que.
Com essa explicação que escrevu ai, seria isto uma espécie de chave, de número de portal ativador do tempo. Estou até aliviado com isso. Que seja bem vinda!
São da Cabeça, ZéPovo, soares, obrigado pela visita.
Um mandamento, uma palavra de ordem para esta nova frequência cósmica poderá ser:
"QUE DEUS LHE DÊ EM DOBRO TUDO QUE AOS OUTROS DESEJARÉS"
!!@V@NTE!!
"Veremos os Ego morrerem, os Soís nascerem, os Ventos passarem e as Ondas baterem".
"A realidade não passa de uma opinião".
"A ciência não explica tudo. A religião não explica nada." Timothy Leary
Pessoal o calendário Maia se escreve T-Z-O-L-K-I-N.
E para aquele povo acertadamente passado, presente e futuro estavam em uma mesma dimensão, mesma realidade, mesma sabedoria..
Nós dividimos o tempo em começo e fim - dias, semanas, meses, anos, séculos - é o que se foi e o que ainda vira. Para os Maias cada dia tinha o seu significado. A grande importância dada pelos Maias à medição do tempo decorre da concepção que tinham de que tempo e espaço, em verdade, tratam-se de uma só coisa e que flui não linearmente, como na convenção européia ocidental, mas circularmente, isto é, em ciclos repetitivos em volta dos seres. Acredita-se que a civilização Maia criou o calendário mais preciso da história, fazendo uso de cálculos exatos da rotação da Terra e dos ciclos lunar e solar, eles criaram dois calendários: um solar, Haab de 365 dias e meio usual e outro sagrado qual o postado refere-se: O calendário Tzol´kin de 260 dias.
Assim os dois se combinavam para criar ciclos de 52 anos. O Calendário Maia prevê o final do ciclo atual no ano de 2012.
O Tzolkin, a sagrada contagem repetitiva de 260 dias(kins), é a base da contagem longa dos Mayas do grande ciclo da história.
A contagem longa, é claro, parece ser um fênomeno puramente cronológico, marcando a contagem dos dias entre 13 de Agosto de 3113 AC e 21 de Dezembro de 2012 DC. A contagem dos dias, é também representada por uma matriz mestra quadri-dimensional de 13:20.
Os 1.872.000 kins(dias) de duração da contagem longa consistem de 13 sub-ciclos principais chamados baktuns, cada sub-ciclo consiste de 144.000 dias ou kins. Cada um desses sub-ciclos é novamente dividido em 20 sub-ciclos menores chamados katuns, cada um deles consiste de 7200 dias ou kins. E isto também significa que há 7200 ciclos de 260 dias cada em um grupo de 13 baktuns.
Por favor se neste dia 21/12/2012 descer um disco voador na terra, não me contem. Não sei se estou preparado para isto.
Esse lado do Soldado eu não conhecia.
Parabéns, temos até o fim desta vida para descobrirmos algumas coisas, ou muitas coisas.
De médico,místico e louco todos nós temos um pouco.Porém ,se um homem com sua racionalidade começa a enteressar-se por este tipo de assunto....
..tzol´kin..kins..mestra quadri-dimensional..13 sub ciclos baktuns..20 ciclos katuns..ano 3113 AC? Tudo coisa de outro mundo.
Anônimo, acho que tem razão é coisa de outro mundo mesmo, pois, as propriedades radiais-fractais da frequência universal 13:20 de sincronização, tem aplicações universais e uniformes. Como alguém lá em 3113 AC já poderia saber disso? A contagem longa Maya já era conhecida do ser humano contemporâneo, mas foi recentemente, que o grande ciclo, como também é conhecido, foi entendido na sua forma fractal modular como a onda harmônica do cosmos.
A Civilização Maya teve seu grande período no décimo baktun, contagem longa 9.0.0.0.0 - 10.0.0.0.0, qual era o seu propósito em criar uma contagem que se originou mais de 3000 anos antes, e mais arrepiante ainda porque seu calendário "termina" em 2012?
O início da contagem dos 13 baktuns, em 13 de Agosto de 3113 AC, (4 Ahau, 13.0.0.0.0), é o máximo de precisão e exatidão que uma pessoa pode calcular como sendo o começo da história: A primeira dinastia egípcia é datada de cerca de 3100 AC; A primeira "cidade", Uruk, na Mesopotamia, também é de cerca de 3100 AC; O Kali Yuga Hindu, data de 3102 AC, e o mais interessante, a divisão do tempo em 24 horas de 60 minutos cada e cada minuto com 60 segundos é também de cerca de 3100 AC na Suméria. Se o começo da história foi tão precisamente definido, então não o seria, o fim da história ou de um ciclo em 21 de Dezembro de 2012? Por isso até o calendário de David Ewing Duncan conclui sua linha do tempo com o fim do grande ciclo Maya em 2012.
Como os Mayas saberiam disso tudo aos 3113 AC, sem a ajuda de alguém mais inteligente, experiente, observador ou avançado?
Quantos ciclos não se precisou viver, presenciar, observar e registrar antes de saber que o ciclo fechava e iniciava-se outro exatamente naquela data de 3113 AC e agora 2012 DC?
Observe que o que é conhecido como Kali Yuga pelos Hindus não é diferente do que este ciclo da história, o qual no final deve retornar à uma nova era dourada. Nas mais conhecidas teologias dos mundos Cristão e Islâmico, o katun final marca o final dos tempos, uma espécie de dia do Juízo Final na Terra, e haveria um critério que seria capaz de distinguir o FALSO - a frequência de sincronização artificial 12:60 com os homens maus sendo condenados - do VERDEADEIRO - a frequência de sincronização 13:20 com os homens de bem sendo absolvidos e reconhecidos no final deste ciclo.
!!@V@NTE 13:20!!
Soldado, mesmo alguns estudando há 5.000 anos com o telescópio Rubler chegaria-se a tantas conclusões e a tanta precisões. Mas sobre números veja o que encontrei:
Tudo na Terra é definido por uma configuração numérica. Os números e os seres humanos andam de mãos dadas. Desde o começo dos tempos conhecidos, temos sido definidos por equações numéricas. Seja quanto à idade, à data de nascimento, ao peso, ou ao número de camelos que temos no nosso dote, os números parecem ter sido sempre os nossos parceiros silenciosos. Hoje em dia, quando uma criança nasce, a primeira coisa que lhe é dada é um número que vai acompanhá-la durante o resto da sua vida, até a morte, quando lhe é dado um novo número para defini-la. Os números nos nossos relógios nos dizem quando ir, quando parar, quando tomar café, quando dormir. Os números fazem parte de nós tanto quanto a nossa pele. Os números são downloads óticos… os olhos são uma extensão do nosso cérebro e quando vêem que esses números e códigos são ativados no cérebro, eles param de se preocupar e simplesmente aproveitam.
A frequência 13:20 é um portal cósmico que leva cada um ao potencial mais elevado, como ser humano que está buscando a memória divina. Cada um é uma singularidade dentro de "tudo o que é". O "um" busca a si mesmo através de um reflexo espelhado do mundo que o rodeia. Este portal oferece a oportunidade de ultrapassar qualquer limitação que você tenha imposto a si mesmo sem saber, e entrar na unidade escondida nas profundezas do seu ser, no ponto central da sua alma. Esta energia está esperando para ser aproveitada por aqueles que têm olhos para ver.
Quando você experienciar downloads numéricos – sejam eles de Números Mestres (vendo sempre os mesmos) ou Códigos Pessoais (vendo os mesmos números misturados repetidas vezes), pare por um minuto, permitindo que essa energia venha à luz através de você. Concentre-se no seu desejo mais profundo e veja-o como já manifestado. O universo acaba de tirar uma fotografia dos seus pensamentos. Esvazie-se de quaisquer conceitos preconcebidos e deixe a luz tecer as bordas puídas das suas intenções. Todo e qualquer número dentro do seu universo pessoal impulsiona o seu subconsciente para um novo padrão de configurações do DNA.
00, 000, ou 0000
O grande vazio, o desconhecido que pode vir a ser, que ainda não nasceu. Movendo-se para um fluxo dimensional superior, mudando as matrizes do tempo. O portal da criação antes da criação. Um lembrete de que você sempre é um com o universo. Sinta-se no centro, abraçado pelo Criador, enquanto é sustentado e amado incondicionalmente. Ande ao redor do círculo interno que leva à autoconclusão do que precisa ser concluído.
11, 111, ou 11:11
O Portal de tudo o que está embutido num fio de manifestação instantânea. Liberando a manifestação feita pelo homem e indo para a Criação Crística. Portais se abrem e portais se fecham e você está no meio de todos eles. Criações conscientes com 13 segundos de intervalo entre pensamentos. Tornando-se um com a Superconsciência na criação abundante dos desejos inatos do seu coração.
22,222, ou 22:22
A seqüência mais elevada de manifestação/criação sem a frustração. Todas as palavras, pensamentos, ações e intenções germinarão, com ou sem chuva para ajudá-los a crescer. Saindo da vizinhança da polaridade. O tempo se move para frente, com ou sem você. Não tenha alguém ou algo que lhe diga o que fazer. Mantenha um padrão de sustentação na sua intenção, sabendo que o que você plantou através das suas palavras, feitos e ações crescerá e florescerá de acordo com as estações celestiais.
..cont
cont...
33,333 ou 33:33
Este número lhe oferece uma escolha. A santa trindade é ativada dentro do tetraedro (pirâmide de três lados, com base triangular) na estrutura do seu DNA. Este número lhe oferece a oportunidade de se conectar com seres espirituais muito desenvolvidos/mestres/anjos/Cristo. A trindade é a santidade dentro de todas as suas escolhas. Seu corpo, sua mente, seu espírito estão de acordo com a evolução da sua Alma. Neste número você não tem permissão para "ficar em cima do muro" da indecisão. Conexão com a sabedoria da sua Superalma. Enxergar a sacralidade em todas as suas escolhas, independente do resultado.
44,444 ou 44:44
Uma fundação de luz está sendo cimentada para você. Uma nova oportunidade chega sem ser pedida. Construa o seu futuro, pensamento por pensamento, tijolo por tijolo. Não permita que aqueles que se assemelham a ventos fortes derrubem seus sonhos com sua negatividade. Acredite profundamente até ver a prova. Mantenha-se firme através de todas as escolhas e mudanças. Permaneça equilibrado naquilo que você sabe que é verdade divina, e a plataforma da luz se solidificará.
55, 555, 55:55
O universo está promovendo mudanças para você, independente de você pedir por elas ou não. O universo está mudando a sua direção com a permissão da sua Alma. Mantenha a visão até aterrissar na praia do eu. Esta mudança poderá ser uma resposta a alguma prece há muito tempo esquecida. O futuro está escondido, então veja-o na mente dos seus olhos, como veria um sonho há muito tempo procurado. Permita que as correntezas o levem a um novo futuro, cheio de possibilidades, ainda escondidas de você neste ponto de vista.
66, 666 ou 66:66
A vibração do 6 transformou-se numa vibração de luz, que é sentida como uma emanação sagrada. Durante muito tempo a humanidade se apegou ao pensamento que rotulava tudo o que estivesse associado com um "6" de negativo, trevas, mal, densidade e Terra. Ora, veja a beleza do planeta que tem lhe dado a vida desde que você nasceu. O número 6 está lhe pedindo para voltar ao pensamento original, ao projeto original da vida, com reverência pela sua explicação numérica. O 6 é da Terra, mas existe uma linda santidade na Terra e naqueles da Terra. A Mãe Terra começa a voltar para a sua forma original, sem esperar que seus filhos concordem com isso. Ao se alinhar com a verdadeira essência do número 6, você encontrará suavidade e harmonia, enquanto caminha numa estrada-Terra que está em construção.
77, 777 ou 77:77
Esta é a vibração do guerreiro espiritual, aquele que caminha por uma trilha estreita entre o eu e a alma. O sete trabalha para a luz, pela luz e com a luz. Os sete comem, bebem, pensam e falam a luz. Aos sete não é permitido afastar-se dos limites da luz por mais do que um pensamento fugaz. O sete o traz de volta ao lar, o lugar onde os milagres acontecem a cada momento, onde você pode voar e dançar nas estrelas, estando em qualquer ou em todas as formas. Sete é um lugar onde a maravilha, a mágica e os milagres são vistos como acontecimentos naturais. Sete é o seu estado natural de ser.
...cont
88, 888 ou 88:88
ASSIM COMO É EM CIMA É EMBAIXO E DENTRO. Esta configuração lhe oferece o portal do infinito, escoltando-o através de todas as limitações anteriores. É um número que o convida a ir além daquilo que você conhece como suas fronteiras normais. Ele lhe pede para voar para a luz e parar na Via Láctea no seu caminho de volta. É uma energia atômica espiritual pura, uma fonte pura de poder. É sucesso, prosperidade e grandes negócios, com a vantagem adicional das bênçãos universais. Ele está lembrando-o finalmente da sua herança divina, que lhe foi prometida pelo seu Sagrado Criador. Ele está fazendo com que você deixe de olhar para as limitações da Terra e caminhe para frente e para cima, para um lugar de opulência e generosidade.
99, 999 ou 99:99
Conclusão cósmica e pessoal. O Fim! Entrando no próximo nível de amor do coração, da alma e serviço à evolução planetária através da cura do eu. Queda-livre das alturas do nove para o próximo nível de Luz. Entrada e saída de tudo na mesma respiração. Um salto quântico para dons desconhecidos chega através do nove. Você está pronto para ver e ser mais do que você é neste minuto do tempo? Nove é a foto final na linha celestial das múltiplas escolhas. Se você acredita que ganhou, você ganhou.
caramba, acho que quem vai ficar pirado sou eu.
Soldado, o pensador Nostradamus também previu uma mudança nos tempos em 2012. Tudo recomeçará, algumas transformações, porém Nostradamus preve uma catastrofe também, no que não acredito.
O fato de em 21/12/2012 o sol se alinhará ao centro da galaxia seria suficiente para mudar a natureza humana ou climatica? Qual efeito visivel causaria esta rara posição cósmica? Acho que o apego a nossa realidade física e material nos limita, e não permite que acreditemos em uma mudança significativa apartir desta data. Prefiro não dúvidar.
Soldado o inicio do alinhamento galático atual que se refere se deu a 26.000 anos e não 5.000 anos atrás. Quantos outros 26.000 anos ñ se precisou para se chegar a esta conclusão do fim/início de um ciclo? Ou povos mais antigos que os Mayas já existiam ou é um observação e contagem de povos de outro planeta, fico com a segunda opção.
Carlos,
CICLO DE 26.000 MIL ANOS ?!
Xiii....agora quem pirou fui eu.
:-|
Mas Carlos,
Todas as catastrofes de Nostradamus já aconteceram (guerras, atentados) ou estão acontecendo (fome no mundo). Não acredito que escurecerá mais, para depois clarear. 2012 será, ou deveria ser o marco de uma Nova Era da humanidade.
Ou abrimos o caminho para uma nova humanidade criada e idealizada nós mesmos, ou deixemos que outros o faça e sucumbiremos no apocalipse que agora estamos.
Nossa! Agora as coisas por aqui estão só para os iniciados, estou boiando como rolha!!!!
Esta faltando assunto pelo visto...
Então é isso, vamos ajudar para que o Divino 13/20 seja uma realidade.
Soldado, é de pirar mesmo, quantos 26 mil anos não se precisou de observação para chegar a conclusão de que de 26 em 26 mil anos acontece um ciclo cósmico.
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Tudo nos leva a crer que a hora da mudança está mesmo chegando.
abraço
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